Playlist: Cantoras.


Bom, costumo escrever que sou uma pessoa musical. De fato, sou. E adoro cantoras, acho que vozes suaves são o amor materializado, HAHAHA. Por este motivo, resolvi fazer uma playlist especial cantoras. Vozes femininas para todos os gostos (que coincidem com o meu, claro). Para muito amor, basta apertar o play.

 Asa- Be my Man.


Brigitte- Battez Vous


Lucia- Silence


Flunk- Cigarrete Burns


Alpine- Villages


Sarah Jaffe- Clementine


Cibelle- Green Grass


Smoke City- Underwater Love


Lana Del Rey- Hundred Dollar Bill



BOY- Little Numbers



É isso. Espero que tenham gostado das minhas sugestões musicais, HAHA. 
Beijos!


Idas e vindas ou coisa que o valha.


Encontrei uma amiga que não via havia muito tempo, de repente, no metrô. Nos conhecemos na faculdade, ela era estudante de intercâmbio. Amava o Brasil, mas toda a família estava nos Estados Unidos, seu país de origem, e a palavra saudade era assunto constante.
Entre a correria de pessoas entrando e saindo dos vagões, marcamos de sair para tomar um café qualquer dia desses e colocar a conversa em dia. Ficou de me chamar no whatsapp. Tudo bem. Embarquei na linha amarela e segui.
Não demorou muito e recebi a mensagem dela, que sugeria um café na República na quarta-feira de tarde. Aceitei.
Quarta-feira, República, horário combinado. Esperei mais 30 minutos e nada. Mandei sms, sem resposta. Estava desistindo quando a vejo aos prantos, caminhando em minha direção. Apenas a abracei e seguimos em silêncio.
Ao sentarmos na padaria perguntei o motivo do choro. Me disse que seu irmão de 17 anos havia se suicidado. Dei um gole no café gelado e a abracei. Não sei confortar as pessoas, ainda mais em situação de luto. Deixei ela no metrô e segui.
Liguei todas as noites por uma semana seguida. Tudo isso para me certificar de que ela de fato estava bem. Claro que ninguém supera tão rápido, mas ela estava superando, aos poucos. Organizei então um almoço de domingo na minha casa e a convidei.
O macarrão já havia esfriado e o suco de maracujá já estava super concentrado. Eu ligava para ela e nada. Deve estar a caminho, pensei. De fato, estava. Chegou chorando, minha primeira ação foi oferecer o suco. Bendito maracujá, parece que eu estava adivinhando. Tomei um copo de suco para me anestesiar e ouvir o que estava por vir. Desempregado e com o filho morto, seu pai também havia se suicidado. O ápice da tragédia, em tão pouco tempo. Me vi sem escolha e a trouxe para passar uns dias na minha casa.
AA gente estava convivendo bem. Ela alimentava o gato, levava a roupa à lavanderia. Estava tudo nos conformes.
Até a sexta-feira pela manhã. Acordei com o gato miando por comida. Dei um pulo da cama e tudo que achei foi um bilhete que dizia: “Obrigada. Fui colocar a vida nos trilhos”. Corri até o metrô, mas tudo funcionava normalmente; a “bagunça” já havia sido limpa.
Embarquei na linha amarela e segui, chorando.

Saiba que ...



Eu escrevo na esperança de que alguém vá ler. E lê que eu sei. Eu queria falar todas as verdades cabíveis nesse texto, mas eu sei que se eu fizer isso você vai fugir. Sim, você que é tão eu. Você que tem medo de sentir, de ter e ser.  Eu juro que se aquela história das criaturas partidas ao meio que originaram a “alma gêmea” for verdade, você é a minha e vice versa. Os gostos em comum são consequência. Eu falo de alma mesmo, de modo de agir. Iguais, “iguaizinhos”.
Eu peço desculpas se por vezes eu acabo não agindo. Mas é tão bom te observar. Honestamente, é tão bom apenas estar perto que do jeito que está, ta até bom. Poderia estar bom todos os dias, eu prometo que não reclamo.
Logo  eu que por vezes reclamei da rotina. Ok, foram muitas vezes. Mas se minha rotina incluísse você, ia dispensar as novidades. Eu iria esquecer ainda mais o mundo lá fora e viver no meu, ou melhor, no nosso mundo. Se parar pra pensar, é mais simples do que parece. A gente se instala, reinstala, reinventa, muda os livros de lugar, troca e retroca os discos.  A gente não precisa de muito, você sabe.
A gente “se precisa”.

Eu gostaria que você soubesse. 

Isabelle.


Eu sou o maior drama do planeta, confesso. Também sou desconfiada, paranóica, chata e mimada. Sim, eu tenho a sensação de viver em uma bolha.
Mas eu não faço de propósito. Eu apenas sou. Não sei explicar como consigo gostar agora e não gostar mais quando o relógio estiver marcando 16h45. Parece que eu me reinvento, que as configurações do meu eu mudam completamente.
Sem contar quando eu entro em “modo avião”. Posso ouvir por horas, mas não to coletando informação nenhuma. Tô sem sinal e não dá pra se comunicar comigo. Não é TPM, sou apenas eu.
Eu, sei lá.
Nunca tive muita vocação para abraços e palavras de conforto. Não sei confortar ninguém, não sei me confortar. Parece que eu gosto de ser assim, se aconteceu, paciência.
Choro facilmente com propagandas de ração, mas não sei lidar com a morte. Muitas vezes, não sinto saudade de nada. Me importo com o que as pessoas pensam ou falam sobre mim mas na maioria das vezes é pura e simplesmente porque afeta meu ego.
Não sou uma pessoa ruim. Sou uma pessoa fria.
Nunca tive relacionamentos duradouros por não saber lidar. Não gosto de ser sufocada, não gosto de sufocar. Gosto do deixa ser.
Me afobo. Quero tudo, quero agora. Passa meia hora, não quero mais porra nenhuma.
Existem dias que sequer eu quero sair da cama. Muitos deles, não saio mesmo.  Gosto do silêncio, da janela fechada, do estar sozinha.
Mas tem dias, que preciso de alguém. Dias em que preciso acordar, fazer tudo nos conformes, ajeitar a casa, tirar a poeira dos livros, cozinhar. Me sentir útil. Mas no final do dia, sinto que ainda sim não servi pra nada.
Muitas vezes quero me isolar do mundo. Passa 5 minutos, quero festa. E na festa, eu quero meu silêncio. Eu sinto que eu nunca vou consegui r me entender.
O maior sonho da minha vida é ser mãe, constituir família. Mas eu não acredito no amor. Também não sei se serei boa mãe.  É a máxima do “só sei que nada sei”.
Eu tenho medos, inseguranças, preguiça de mim. Ao mesmo tempo, não quero que me privem disso. Pois se não fossem as crises, as neuras, os dramas, então não seria eu.

Chuva.



Dias chuvosos. Luisa gostava de aproveitá-los para fazer coisas mágicas que a chatice da rotina não permitia tais como escrever, ler ou costurar. Era seu momento.
Parecia que junto com a chuva iam embora as responsabilidades, a correria, os problemas. Santa chuva! Pegava um bloco de papel e uma caneta quebrada e se sentava na varanda para escrever histórias tristes. E se emocionava quando a chuva molhava o papel. Era o choro da vitória. Deixa borrar, então.
Observava as pessoas fugindo da chuva nas ruas como o diabo foge da cruz. Gente idiota. Deixa molhar, deixa lavar, deixa ser.
Mas parecia que as pessoas tinham medo de sentir a chuva. Na verdade, as pessoas têm medo de sentir toda e qualquer coisa. Com emoção ou sem emoção? Sem, pra viagem.
Menos Luisa. Luisa sentia o peso do papel e da palavra não dita. Nos dias de chuva.

Look do Dia - 001

Olá meninas, tudo bom? Bom, inaugurando uma nova categoria no blog, a famosa "look do dia". No meu caso, o look do dia talvez seja da semana ou do mês, perdoem. Não tenho disponibilidade para fotografar todos os dias, mas o que vale é a intenção. Certo? certo.
Vamos ao look:

DO I WANNA KNOW?





O vestido é Vania Ewiliazzi e eu gosto muito dele, mas tá ficando apertado. Então coloquei para vender no meu e-brechó, HAHAHA. Se alguém se interessar, pode comprar AQUI. 

INFOS:
Vestido Vania Ewiliazzi
Botas Moleca
Colar Customized
Óculos (da Jojoca, HAHAHA)
Batom ColorTrend Pop Love - Melância, da Avon.

Para ver mais looks, incluindo esse, é só dar uma olhadinha no meu LOOKBOOK.
Beijos!

Resenha: Fujifilm SL300


Oi meninas, tudo bom? Bom, hoje vou falar um pouco sobre a minha câmera, uma Fuji SL300. Sempre gostei muito de fotografia. Cheguei até a cogitar a ideia de fazer faculdade de fotografia e me especializar no assunto, mas acabei optando por fazer Publicidade. Não foi  por acaso, pois no meu curso temos essa disciplina (o que me atraiu bastante). Bom, depois de um ano fotografando com uma Sony CyberShot (que quebrou um galho até), resolvi que precisava de uma semi profissional.
Confesso que a Fuji não foi minha primeira escolha. Eu precisava de bom preço e qualidade e tava dificil de encontrar alguma assim. Mas depois de muito pesquisar, achei a SL300 por R$ 700,00 no Submarino. Assisti alguns reviews no youtube, me apaixonei pelo zoom (sério, vai muito longe, HAHAHA), fui procurar gente que já tinha e tcharan: comprei.
Minhas primeiras fotos foram dentro de casa mesmo. Demorei dias pra gostar de alguma porque em ambientes fechados ela deixa a desejar. Até que fotografei a Dona Encrenca e passei a gostar mais.


Como meu tempo é corrido, quase não faço fotografias externas. Mas meu professor de fotografia costuma organizar caminhadas fotográficas e sempre vou. A última foi no Cemitério da Consolação e fui com a Fuji. Algumas fotos:




Recomendo a Fuji SL300 para quem procura por uma câmera de fácil manuseio e preço acessivel. O maior pró dela, com toda certeza é o zoom de 30x. Perfeito para fotografar shows e paisagens. Ela também tem entrada para um flash avulso e faz fotos panorâmicas.
Contras: a bateria não dura muito tempo e é preciso paciência para fotografar em ambientes fechados e com pouca iluminação. No mais, tudo certo. 

Bom, é isso meninas, espero que tenham gostado.
Beijos! 




About me.


Oi. Bom, este é um recomeço. Desde que me entendo por gente sou blogueira. Confesso que sempre fui adepta do Wordpress, mas tive uns problemas com dominio e resolvi mudar. Portanto, tô começando do zero.
Para quem não me conhece, me chamo Isabelle, tenho 19 anos, sou estudante de Publicidade e Propaganda e uma apaixonada por redação (e vestidos). Ah, vocês podem me chamar de Belle, ok?
Sou completamente apaixonada por moda. Já fui It Girl da revista Capricho e já estive no look da leitora no blog Entre Topetes e Vinis, da linda Ju Romano, hospedado pela Gloss. Outro detalhe importante: eu visto 44. Não me envergonho, muito pelo contrário. Me aceito como sou e aprendi a adaptar tudo que gosto ao meu tamanho. Sei que existem muitas meninas da minha idade que se envergonham por causa dos quilos a mais. Façam de mim uma amiga, tô aqui para esclarecer duvidas e ajudar no que for preciso.
O blog se chama "Eu Sou A Diva", não por uma crise de egocentrismo, mas sim por causa de uma música do Panic at the Disco que eu ouvia enquanto registrava o nome, HAHAHA. Achei apropriado, pois a intenção é mostrar para todas as minhas leitoras que dentro de cada uma existe uma diva, com muito potencial a ser mostrado. A frase " jamais desista dos seus sonhos" pode ser clichê, mas é a mais pura verdade.
Bom, acho que é isso. Fiquem a vontade para comentar, enviar sugestões e tudo mais.
Beijos!
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